Não me vire as costas como se eu fosse viver pra sempre,
Minha eternidade pode não durar mais uma semana.
São tardes de silêncios em que me parto ao meio,
O espaço dos dias se encolhem, eu não vivo.
Tudo acaba, meu bem, me acolha logo,
Não me deixe pra trás à deriva.
Recolha-me, meu bem, já,
Estou em pedaços.
Tudo acaba,
Tudo.
Eu,
Tudo,
Tudo acaba.
Estou em pedaços,
Recolha-me, meu bem, já.
Não me deixe pra trás à deriva,
Tudo acaba, meu bem, me acolha logo.
O espaço dos dias se encolhem, eu não vivo,
São tardes de silêncios em que me parto ao meio.
Minha eternidade pode não durar mais uma semana,
Não me vire as costas como se hoje fosse meu último dia.
(Fred Sá Teles)
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