Faço comigo mesmo
O que eu quero, eu faço
Será a minha lei
Fosse tão fácil assim
Estaria eu aqui?
Escrevendo versos pra ninguém
Estaria eu?
Onde estaria então?
Oh, vida! Por que?
Por que tens de ser tão cruel
Tão cruel comigo mesmo?
Que frio me dá
Que ânsia, que medo
Que alegria, que euforia
Pudesse eu voar
Tentei voar sem ter asas
O chão é o limite
Queria eu o céu
Azul, o céu
Nas é tudo neblina, areia e pó
Tudo cinza, são cinzas
Depois da tempestade, esperança
Após a esperança, desilusão
(Fred Sá Teles)
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